Grimag

  • HOME
  • Sobre
  • Informações
  • Saúde
  • Livros / Poemas
  • Esportes
  • Notícias
  • Contato

Ver ou não ver: eis a nossa opinião

O título da postagem é o título de um ensaio que duas amigas e eu escrevemos no livro Provocações ensaísticas em educação. “Ensaiamos” em seis mãos para provocar o leitor sobre como vemos muito e enxergamos pouco.

Diferente da aprendizagem tradicional escolar, nosso treinamento e aprendizado para enxergar sempre foram confusos e distraídos. Passamos a vida sem enxergar o essencial, o elementar, o fundamental para transformar nossa alma e a beleza do mundo. Com as redes sociais, estamos perdendo o pouco do olhar que ainda nos resta.

“Nossa opinião” não fará muita diferença neste mundo obscuro, tampouco o ensaio será lembrado quando nossos olhares estiverem restritos às telas. Nosso ensaio reflete apenas a oportunidade que estamos perdendo de enxergar à nossa volta aquele (ou aquela) que seria nosso amigo (ou amiga) real. Se perdermos essa oportunidade, perderemos o que sobrou de serenidade humana. Nossa espécie estará condenada a um olhar melancólico e distante.

Uma frase de Sócrates ecoa nos dias de hoje para “mudarmos” o nosso olhar: “Deves ocupar-te contigo mesmo.”

“(…)Os atomistas (sec. V a C.), entendiam que a matéria era um conjunto de partículas. Os objetos liberam películas (Eidola) muito tênues, essas mesmas películas, penetram nos olhos e se transformam em informação.  Para que essa teoria funcionasse, a Eidola, a visão ocorre porque há um contato físico real. Por muito tempo, acreditavam que os olhos eram sensores `inertes´, ficavam parados esperando as informações chegarem. Até Darwin tinha dúvidas sobre sua teoria quando o assunto era visão. Achava que o mecanismo e a beleza dos olhos eram tão perfeitos que era impossível a evolução do corpo humano chegar à esta perfeição. Seja lá o que isso importa agora, mas compreender como enxergamos também passou pelo dogma de RA – deus do Sol (1500 a.C.), a Luz era a testemunha do deus RA. “A luz era a visão de RA, e as coisas existiam porque ele a via e tudo se iluminava”.

E a luz virou simbolismo. Luz é conhecimento, mas também na visão cristã, Cristo é a luz, a verdade e a vida. Na ciência, o período de luz (Desenvolvimento científico) denominou-se Iluminismo e teve como alguns de seus expoentes, Jean Jacques Rousseau, Voltaire, Montesquieu,  Denis Diderot, D´Alembert, Adam Smith, Immanuel Kant, John Lock,  entre tantos outros”. (trecho do capítulo do livro citado na postagem)

mar 30, 2026Carlos Mosquera
A proliferação de superbactérias representa um perigo para a humanidadeBrevíssimo letramento sobre deficiência

Deixe um comentário Cancelar resposta

Carlos Mosquera
30 de março de 2026 Saúde
Posts recentes
  • O som mais poderoso do mundo para o cérebro é o nosso próprio nome 23 de abril de 2026
  • Pra vida toda valer a pena viver 21 de abril de 2026
  • Em algum lugar 20 de abril de 2026

Categorias

DEVANEIOS E ILUSÕES

Lembranças que podem nos ajudar a pensar em uma Escola mais plural e inclusiva.

Em Destaque
Braille no elevador
Em algum lugar
O pecado e o anjo
Arquivos
Cadastre seu E-mail

Inscreva-se para receber as últimas novidades e publicações da página.

2019 © Carlos Mosquera