Despedida e morte
Falcão, nosso ídolo do futebol brasileiro, craque dos anos 1980 e ex-técnico da seleção, um dia disse: “Todo jogador profissional de futebol morre duas vezes: a primeira quando para de jogar, a segunda quando morre mesmo”. A frase ficou famosa e ainda ecoa por aí, usada para explicar despedidas, não só no esporte, mas em […]
Despedida e morte
Falcão, nosso ídolo do futebol brasileiro, craque dos anos 1980 e ex-técnico da seleção, um dia disse: “Todo jogador profissional de futebol morre duas vezes: a primeira quando para de jogar, a segunda quando morre mesmo”. A frase ficou famosa e ainda ecoa por aí, usada para explicar despedidas, não só no esporte, mas em […]
Poeminha de domingo
Olhos parados Olhar, reparar tudo em volta, sem a menor intenção de poesia.Girar os braços, respirar o ar fresco, lembrar dos parentes.Lembrar da casa da gente, das irmãs, dos irmãos e dos pais da gente.Lembrar que estão longe e ter saudades deles…Lembrar da cidade onde se nasceu, com inocência, e rir sozinho.Rir de coisas passadas. […]
Conheça caso de ‘cura’ de Alzheimer que correu o mundo
Em 27 de maio o periódico médico Frontiers in Neuroscience trouxe um artigo brasileiro que teve ampla e boa repercussão, de início, rivalizada só pela controvérsia a seguir. Trazia resultados espantosos após o uso de psicodélico (cogumelos contendo psilocibina) por uma idosa com Alzheimer. O trabalho do psiquiatra Marcos Lago já conta 140 mil visualizações e mais de […]
O que é mais imponderável: a forma do crânio, a preferência estética de um bebê ou a genialidade de Messi?
Não sei muito bem o porquê, mas acordei pensando no imponderável (Ah, Nelson Rodrigues), em Franz Gall, talvez influenciado pela genialidade de Messi. Tampouco sei se faz sentido, mas Gall é lembrado quando o assunto é cérebro. Foi um médico e neurologista alemão do século XVIII (1758) que criou um método, a frenologia. Franz afirmava que […]
LEROS
Por Carlos Castelo Há um mar entre nós e Cabo Verde, mas é um mar mentiroso: por baixo dele corre o mesmo sangue, a mesma cana, a mesma dor antiga que virou dança. Quando os holofotes do Mundial de 2026 acenderam sobre aquele arquipélago de meio milhão de almas, alguma coisa em mim se ajoelhou. Não […]
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