Glossário de Saúde do Einstein
O que é herpes-zóster?
O herpes-zóster, ou cobreiro, é uma reativação do vírus da catapora (varicela), o que causa lesões vesiculares dolorosas na pele. Isso costuma acontecer com o avançar da idade ou por quedas na imunidade.
Sintomas
O herpes-zóster provoca uma lesão dolorosa na pele, distribuída como uma faixa de vesículas em um lado do corpo. O tronco é a região mais afetada, mas face e extremidades também podem ser acometidos. Em certos casos, a dor pode persistir mesmo após o fim da lesão, quadro chamado de neuralgia pós-herpética.
Causas
Qualquer pessoa que foi infectada pelo vírus da varicela pode desenvolver herpes-zóster. Envelhecimento e outras situações que afetem a imunidade, como infecção por vírus HIV ou doença autoimune, podem aumentar este risco.
Diagnóstico
O diagnóstico do herpes-zóster é feito pelo médico, através avaliação do quadro clínico e exame das lesões de pele.
Método de prevenção
Uma vacina contra a catapora recebida na infância, ou contra herpes-zóster na vida adulta, minimiza o risco de desenvolver o problema. Manter bons hábitos de vida, como prática de atividade física e controle do estresse, também são benéficos para um sistema imunológico saudável.
Tratamento
O tratamento do herpes-zóster inclui controle intenso da dor e antivirais que combatem o vírus da varicela. Quando há acometimento de regiões como os olhos e ouvidos, terapias adicionais podem ser necessárias. O tratamento precoce reduz o risco de complicações.
Duração
Na maioria dos casos, em cerca de sete a dez dias as bolhas terão criado uma crosta, e o incômodo desaparece. No entanto, em alguns casos, as dores podem persistir mesmo após o desaparecimento da lesão, quadro chamado de neuralgia pós-herpética.
Contagiosa?
O maior risco de contágio do herpes-zóster é pelo contato com a região infectada, uma vez que o vírus ativo está dentro das lesões.
Pode ser contraída mais de uma vez?
Embora incomum, o herpes-zóster pode se manifestar mais de uma vez. Isso ocorre porque mesmo quando seus sintomas desaparecem, o vírus pode permanecer escondido no organismo e se reativar, principalmente em casos de queda na imunidade.





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