As pesquisas mais recentes sobre Alzheimer confirmam que o estilo de vida saudável é mais importante para a prevenção da doença do que qualquer outra intervenção – exercitar o cérebro com palavras cruzadas, por exemplo. Enquanto a ciência não descobre a cura definitiva, nossos hábitos diários são a alternativa mais relevante no momento.
Para a maioria da população brasileira que ganha salário mínimo, porém, falar em qualidade de vida como prevenção soa desumano. Qualidade de vida é resultado de aporte financeiro mensal e, sobretudo, de tempo livre para dedicar-se a exercícios físicos e à alimentação orgânica – luxos inacessíveis a quem luta para sobreviver.
Dito isso, restam-nos poucas alternativas para escapar da estatística que já alcança quase 50 milhões de pessoas com Alzheimer no mundo. O agravante é que mesmo uma parcela da população com boas condições de vida não conseguiu evitar a doença. As regiões Sul e Sudeste concentram os maiores índices, e mulheres brancas aparecem como as mais suscetíveis – talvez porque vivam mais.
Agora, resta aos pesquisadores um novo campo de investigação: como os pacientes que usam canabidiol (CBD) estão reagindo ao tratamento. Quem sabe, uma esperança.





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