Deixo um recorte de uma matéria da última semana na FSP sobre o centenário de Foucault. Ele vai direto ao assunto:
‘Nesse contexto, a coragem da verdade pode ser compreendida menos como um chamado à denúncia permanente do outro do que como uma exigência dirigida, antes de tudo, a si mesmo. Não se trata apenas de acertar os fatos, mas de sustentar na própria existência aquilo que se afirma.
Talvez essa tarefa seja a herança vívida que Foucault nos lega em seu centenário: a exigência ética e arriscada de fazer coincidir palavra e vida na experiência de cada um, é claro, mas também na maneira como imaginamos e construímos nosso país e o mundo.’





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