A poesia da postagem de ontem é de um dos artistas mais importantes de sua geração, início do século XX. Ele fundou o surrealismo ou foi um dos cofundadores. O grupo de artistas que se juntou a Breton fez da representação do mundo real (na poesia, na pintura, nas artes plásticas etc.), aquela em que todos acreditavam, um novo estilo de representar essa realidade. Para a época, foi uma provocação.
Quando ouvimos a palavra “surrealismo”, logo pensamos em Salvador Dali, um artista que marcou sua época no movimento. Basta ver algumas imagens e fotos de Dali para constatar o quanto ele ficou conhecido. Mas Breton foi o maior responsável pela fundação e existência do surrealismo. Esse tipo de arte, como todos sabem, foi mais do que arte: foi um estilo de vida, uma filosofia, um novo jeito de ver o mundo.
Breton estudou medicina, especializou-se em neurologia (nem sei se ele chegou a se formar) e, inspirado em Freud e no inconsciente, propôs que o inconsciente deveria ser liberado para, assim, transformar os sonhos em arte. As obras surrealistas marcaram uma geração. Por meio delas, o movimento propunha um mundo liberto das amarras da razão. Fizeram história.





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