O livro é esclarecedor, ajuda aos aficionados desse neurotransmissor, a entender melhor o que dizem aos seus ‘amores’ ou ao chocolate que comem. Estamos em tempos não só do caos, mas também da dopamina. Tudo que fazemos na vida, alguém vai lembrar que o motivo é a dopamina.
O livro esclarece: a dopamina não é a molécula do prazer; é a molécula da antecipação. Diferente do que imaginamos, os circuitos de dopamina no cérebro só podem ser estimulados pela possibilidade de algo que seja ‘brilhante e novo’. É isso, ficamos ansiosos com um possível amor, com uma nova comida ou uma possível viagem. O inesperado é o barato. O lema da dopamina é: “Quero mais”.
Dopamina – a molécula do desejo: Daniel Z. Lieberman e Michael E. Long (Sextante, 2023)





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