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Poeminha de domingo

Ó minha amada/ que olhos os teus;

São cais noturnos/cheios de adeus/são bocas mansas/trilhando luzes/que brilham longe/longe nos breus;

Ó minha amada/que olhos os teus;

Quanto mistério/nos olhos teus/quantos saveiros/quantos navios/quantos naufrágios/nos olhos teus;

Ó minha amada/que olhos os teus;

Se Deus houvera/fizera-os Deus/pois não o fizera/quem não soubera/que há muitas eras/nos olhos teus;

Ah, minha amada/de olhos ateus;

Cria a esperança/nos olhos teus/de verem um dia/o olhar mendigo/da poesia/nos olhos teus;

Vinícius de Moraes

jan 19, 2025Carlos Mosquera
Saúde mentalA limpeza noturna do cérebro depende de microalertas

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Carlos Mosquera
19 de janeiro de 2025 Uncategorized
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