Grimag

  • HOME
  • Sobre
  • Informações
  • Saúde
  • Livros / Poemas
  • Esportes
  • Notícias
  • Contato

A mulher da fila

Assisti esta semana A mulher da fila. Não sou crítico de cinema; busco dramas que reflitam questões sociais com aproximações da realidade. O filme é argentino. Andrea (Natalia Oreiro) é uma mulher que tenta entender as razões e justificativas pela prisão do filho mais velho.

A interpretação de Natalia é, para mim, o ponto alto do filme. A trama expõe injustiças sociais e acompanha famílias que, no cárcere, lutam por informação e amparo. Medo, indignação e solidão atravessam esse drama, que também revela diferentes arranjos familiares unidos pela mesma causa.

Por ser baseado em uma história real, o filme mostra ainda o envolvimento de Andrea com um presidiário — não quero dar spoiler. Essa subtrama não interfere no enredo principal, mas oferece outro olhar sobre o amor.

O amor de Andrea pelo filho e por Alejo (o presidiário) se “cristaliza”, como escreve Stendhal em Do Amor (1822). Para o autor, o amor seria uma espécie de cristalização: a mente reveste o ser amado de perfeições imaginárias. Fazemos coisas por amor que parecem doença. Stendhal, apesar da sua desilusão amorosa, razão para descrever filosoficamente o amor, foi um precursor do feminismo.

Para quem não vai sambar, quem sabe um drama?

fev 13, 2026Carlos Mosquera
Os emocionantes encontros com o cadeirantinho do meu prédioEm algum lugar

Deixe um comentário Cancelar resposta

Carlos Mosquera
13 de fevereiro de 2026 Uncategorized
Posts recentes
  • Por que o cérebro de algumas pessoas não envelhece? 4 de março de 2026
  • A Nossa Guerra, o Nosso Espetáculo 2 de março de 2026
  • Poeminha de domingo 1 de março de 2026

Categorias

DEVANEIOS E ILUSÕES

Lembranças que podem nos ajudar a pensar em uma Escola mais plural e inclusiva.

Em Destaque
Luta pela vida
Poeminha de domingo
Em algum lugar
Arquivos
Cadastre seu E-mail

Inscreva-se para receber as últimas novidades e publicações da página.

2019 © Carlos Mosquera