Um relato impactante e extraordinário. É o livro de David Carr, que me jogou contra o sofá e ali fiquei atônito, em alguns momentos assustado. O relato é a história do autor, um repórter viciado que não consegue sair da rotina de aventuras cotidianas e das drogas. Sim, quando escreve A noite da arma (2012), já havia deixado esta vida, era repórter do New York Times. Descubro que faleceu aos 58 anos, em 2015. Tanto tempo depois da obra ser lançada e só agora a divulgação? Sim, só agora um sobrinho me presenteia com o livro. Para quem já leu, sabe do que estou comentando. Quem não leu, faça uma forcinha e invista na leitura.
A história do jornalista, é a história investigativa do seu passado, das memórias que foram se esparramando através da reportagem que produziu em três anos. Entrevistando amigos do passado, para descobrir o que ocorreu na odisseia do vício até a recuperação.
Lembranças que até o autor exprimiu vergonha, dos relatos quase desumanos que percorreram sua vida de viciado. ‘De maneira forte e eloquente, corajosa e sarcástica, A noite da arma desvenda como a memória nos ajuda não apenas a construir uma vida, mas a triunfar sobre ela’.





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