
Sou cliente, talvez, da melhor revistaria e livraria de Curitiba, a Bom Jesus, no Juvevê (Curitiba). O “manager” Alex, sabe o que comprar e melhor ainda, sabe vender seus livros. Com simpatia e competência, é o amigo que todos querem por perto. A proximidade do “vendedor” é o diferencial, e o melhor são as indicações. Ontem, entrei na banquinha e o Alex assoprou baixinho “acabou de chegar, já linha uma parte, você vai gostar”. Gostei!
É o último livro do psicanalista Christian Dunker, conhecido pelas suas produções e defesas que elabora na escrita e fala de assuntos que em geral estão na superfície para a maioria. Nessa obra, A arte de amar, Dunker revisita quatro textos clássicos de mesmo nome: Ovídio (ano I d. C.); Erich Fromm (1956). Bell kooks (Glória J. Watkins), Tudo sobre o amor; John Bowlby, que escreve sobre a derivação do amor familiar, conhecido pelos antigos como storge.
O livro é necessário para entendermos como vivemos com ou sem esse combustível que nos impulsiona ou nos derrete quando está apagado. A anatomia do amor, como esclarece o autor, é muito mais do que perder a razão, quem sabe, penso eu, pode ser a anatomia do encontro.
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