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Rapamicina e a minha viagem

Ainda não conheço o oeste do Chile, A Ilha de Páscoa, por exemplo, ilha vulcânica de nome Rapa Nui (preste atenção nesse nome). Andar e me jogar nas areias do deserto do Atacama fará parte da viagem. Não só isso, fiquei com mais vontade quando, anos atrás, descobri que na Ilha Rapa Nui, tem uma placa “Neste Local“, diz a placa, ” foram obtidas em janeiro de 1965 as amostras de solo que permitiram obter a RAPAMICINA, substância que inaugurou uma nova era para os pacientes submetidos a transplante de órgãos.” Uma história para conhecer;

Meados dos anos 1960, a Ilha Vulcânica recebeu a visita de uma equipe de cientistas, o objetivo da viagem era encontrar microrganismos endêmicos. Lá encontraram uma nova actinobactéria – Streptomyces hygroscopicus -quando isolada pelo farmacêutico Suren Sehgal, descobriram que a actinobactéria secretava um composto antifúngico, mas tarde nomeado como rapamicina – homenagem à ilha onde foi descoberto. O composto parecia promissor além de condições fúngicas, como as do pé de atleta. Mas não foi isso que aconteceu, o tempo decidiu por outro caminho.

O Laboratório onde Sehgal trabalhava foi fechado e a pesquisa se limitou ao antifúngico. Antes de partir (1983), Sehgal guardou frascos da bactéria, até o início de novas pesquisas com tal composto, agora em Nova Jersey, um novo laboratório.

Bingo! Descobriram que o composto era um supressor eficaz do sistema imunológico. E que descoberta! “A rapamicina poderia reduzir a resposta imune o suficiente para garantir que o órgão transplantado fosse aceito.”

Não só para os transplantados, a rapamicina pode prolongar a vida de alguns animais de laboratório, esse é o caminho promissor para uma vida mais longa, espero que mais saudável também.

jun 7, 2022Carlos Mosquera
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Carlos Mosquera
7 de junho de 2022 Uncategorized
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