
Dom Casmurro, de Machado de Assis – 1899 – Aliás, só falta o MEC impedir o “Negro” Machado de ser lido nas escolas.
Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto – 1915. Acho que não estava na primeira lista dos dispensáveis. Quem sabe agora entre na lista.
Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa – 1956. Por ser o melhor livro brasileiro, já devia estar fora das escolas há tempo.
Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto – 1944. João sempre foi um grosso e mau humorado, assim, não precisa ser lido.
O caderno Rosa de Lori Lamby, de Hilda Hist – 1990. AS ilustrações são do comunista Millôr Fernandes, motivo para estar fora da escola.
Eles eram muitos cavalos, de Luiz Ruffato – 2001. O livro narra relatos de pessoas em São Paulo, dizem que isso não serve para nada, por que entrar na escola?
Escolas sem livros? Aposto uma viagem de ida para China que as apostilas serão prioridades do governo. Veremos!
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